Curiosidades

PEDIDO PARA REMOVER FOTOS:
Dentre as milhares de fotos publicadas pelo LambeLambe.com, somente algumas foram pedidas para serem removidas:

LambeLambe.com


  1. “Minha mulher não sabia que eu estava lá”. (removida).
  2. “Meu marido não sabia que eu estava lá”. (removida).
  3. “Eu estou parecendo um pouco gorda. Estou inscrita num projeto que não posso parecer gorda”. (removida).
  4. “Sou policial secreto. Não posso ser reconhecido”. (removida). Hoje em dia, quando este policial me vê fotografando, ele pede para ser fotografado e ainda chama outros colegas para serem fotografados juntos.
  5. “Eu estou com a cara muito triste. Sou uma pessoa alegre”. Me recusei remover esta foto, e dei o prazo de 1 dia para ela pensar direito, pois a foto estava muito linda, e representando o minuto de silencio em homenagem ao sanfoneiro Dominguinhos, que havia falecido naquela semana. No dia seguinte, a garota telefonou de volta dizendo que todos os amigos dela gostaram da foto. Aquela foto simbolizou e perpetuou o minuto de silêncio ao Dominguinhos. (não foi removida).
  6. “Estou do lado de um travesti. Não quero aparecer publicamente ao lado dele”. (removida).
  7. “Estou foragido. Minha família e amigos não podem saber onde estou”. (removida).
  8. “Briguei com meu namorado e não quero mais me ver ao lado dele”. Isto foi de manhã. No mesmo dia, logo após o almôço, a mesma moça me telefonou pedindo para voltar a foto, pois havia reatado com o namorado. Tarde demais, a foto já havia sido apagada. (removida).

GROSSERIAS:
Dentre as mais de 500 mil pessoas que fotografei, apenas “meia dúzia” foi grossa, impedindo ser fotografada, mesmo no meio de multidão, ou no meio de alguns amigos.

Uma única pessoa chegou a ser literalmente super grossa, que conseguiu me deixar muito triste por 3 ou 4 dias. Voltei a me cruzar com esta mesma pessoa em outras duas ocasiões e a grosseria se manteve!

FOTOGÊNICA:
Algumas pessoas pediram para não serem fotografadas, pois se julgavam não fotogênicas. Mas ao ver minha ação e interação com as pessoas, e fotografando de forma descontraída, acabaram se deixando ser fotografadas e adoraram. Todas disseram que iriam colocar a foto no perfil da rede social delas.

GENTIL E EDUCADAMENTE:
Algumas pessoas, gentilmente e educadamente, pedem para não serem fotografadas, pois não querem aparecer em colunas sociais, ou na internet. Elogiaram a minha ação fotográfica, mas pediam desculpas por não poderem, ou não quererem aparecer. A educação que mais me impressionou foi de um garoto de cerca de 14 anos de idade, que acredito ser modelo, pois era muito bonito. Este menino foi super educado e com muita fineza pediu que não o fotografasse. Elogiou minha ação fotográfica, mas disse que tinha um contrato que não podia ser quebrado. Me impressionou o linguajar e tonalidade educada para uma pessoa daquela idade.

A LENTE QUEBROU E A DENTADURA CAIU:
Cobrindo uma noite de Carnaval, no Sambódromo Anhembi de São Paulo, um passista esbarrou acidentalmente na lente zoom da minha câmera. Ela literalmente quebrou na metade e ficou pendurada por uma fita. Com isto, deixei minha dentadura cair e foi parar no meio da passarela do Sambódromo. E agora, me perguntei: Meu dente, ou minha lente? Meu dente, ou minha lente? Meu dente, ou minha lente? Ia passar um carro alegórico e atrás do carro alegórico, um monte de gente empurrando. Minha dentadura iria ser esmagada. Como eu poderia seguir fotografando o sorriso das pessoas sem minha dentadura na minha boca? Corri e salvei minha dentadura. Mas ela havia quebrado também. Cadê o outro pedaço? Com a ajuda do público atrás do alambrado que havia presenciado o ocorrido, me ajudaram a localizar o pedaço da dentadura no meio da pista, apontaram para mim e corri para salvá-lo. Tudo isto, segurando a lente que continuava pendurada na câmera. Já com a dentadura de volta no bolso, tentei juntar as duas partes da lente objetiva, que se encaixou e seguiu milagrosamente funcionando. Funciona até hoje, 10 anos depois, embora que com o foco um pouco sacrificado! Lavei o pedaço maior da dentadura e segui fotografando! No dia seguinte, colei os dois pedaços da dentadura. Este modelo de dentatura era de um dente faltando e um abscesso. Era legal e está guarda no meu museu!

REGISTRANDO O ENVELHECIMENTO:
Em uma noite e autógrafos do lançamento de um livro de medicina, uma médica que já me conhecia havia alguns anos, já que também trabalho com medicina, me deu de presente um exemplar do seu livro. No autógrafo ela escreveu: “Edyr, obrigado por estar registrando o envelhecimento dos médicos”.

FUI PROIBIDO FOTOGRAFAR:
Em um certo evento, fui proibido fotografar, pois um banqueiro do jogo do bicho estava presente dentre o público do evento e patrocinando o evento. Ele não poderia aparecer. Mas foi capturado pelas lentes de longo alcance de uma emissora de televisão e preso na semana seguinte.

WANDERLÉA:
Num show da Wanderléa, quando ela me viu com aquela dentadura, ela parou de cantar e olhou para a banda. Saquei a dentadura e ela relaxou e voltou a cantar numa boa! Os músicos da banda sorriram. Quando me encontrei com ela no camarim, ela me disse: “Quando vi você com a aquela dentadura na boca e tão bem resolvido, fiquei chocada! Pensei que era sua!” E eu respondi: “Mas é minha! Eu comprei! Paguei 14 dolares!” Ela riu e me pediu um selfie com ela. Situações semelhantes aconteceram com outros artistas.

POLÍTICO DURÃO:
Uma vez, num show da Daniela Mercury, lotado de gente, me deparo com os políticos assistindo, bem área VIP, na frente do palco. Provoquei um deles, o Secretário de Cultura, que abriu o sorriso! Nisto, o prefeito Fernando Haddad, de cara fechada soltou a gargalhada. Depois, vários dos colegas fotojornalistas me vieram dizer: “Só você mesmo, lambelambe, prá fazer este carrancudo cara fechada dar um sorriso!” Em outras oportunidades, em outros shows, estes e outros políticos já se desarmavam sempre que me viam, e alguns me pediram um selfie junto. Meses mais tarde, o prefeito estava inaugurando um serviço num hospital municipal. Eu estava demonstrando um equipamento médico, quando ele me ficou olhando como se estivesse me reconhecendo. Eu disse que já havíamos estado juntos e citei o personagem lambelambe. “É mesmo você? O que você está fazendo aqui?” Perguntou o prefeito. “Eu também trabalho com equipamentos médicos, respondi”. A esposa do prefeito, Anna Estela, que também é dentista ria muito. Eu perguntei: “A senhora se lembra de mim?” Ela respondeu: “E tem como esquecer?” Meses mais tarde, num show do Nei Matogrosso, o prefeito estava filmando o show com seu celular. Quando me viu, desviou o celular para o meu lado começou a me filmar.

 

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